sexta-feira, 26 de março de 2010

Os avanços tecnológicos e o homem

O desenho de uma criança representa o que ela entende do objeto, ou melhor, ela consegue estabelecer um conceito, expressar o significado de um objeto através do desenho.

Num dia desses a inspetora Sueli estava com os alunos da 5 série e pediu para que eles desenhassem as diferenças no modo de viver antes e depois de alguns avanços tecnológicos.



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Ai estão os desenhos. Agora vamos para a parte que me cabe. O texto. Vamos discutir bastante o assunto em sala de aula e produzir textos de opinião a partir dos desenhos deles.


Obrigada inspetora Sueli pelo rico material que os alunos produziram orientados por você. Como você, eu também acredito que todos os funcionários de uma escola são educadores capazes de desenvolver atividades educativas dentro ou fora de uma sala de aula.


Prof.Ana Maria

quarta-feira, 10 de março de 2010

SEQUÊNCIA DIDÁTICA – O CONTO MARAVILHOSO

DESCRIÇÃO
Aproveitamos a leitura do Conto o Ganso de ouro dos irmãos Grimm para desenvolver o conceito de anti-herói e de personagem protagonista.
Partimos da leitura compartilhada do conto O ganso de Ouro.Após a leitura, os alunos foram questionados sobre as características de João Bocó e por que ele é o personagem principal da narrativa.
Procedemos então, ao conceito de personagem protagonista – herói ou anti-herói, personagem antagonista e secundários.
Os alunos foram convidados a expor suas opiniões, confrontadas com as dos colegas, a respeito das características do personagem Shrek e as dos príncipes encantados dos tradicionais contos de fadas.
Como produção de texto, foi solicitado aos alunos que desenvolvessem individualmente uma possível pequena narrativa com o personagem Shrek.
Como havíamos revisto a pontuação apropriada nos diferentes tipos de frases, tornou-se importante que nos textos houvesse essa preocupação: utilizar os sinais gráficos para dar as intenções das falas dos personagens, assim como a do narrador.
Tempo estimado – 5 aulas de 45 minutos
público -alvo - alunos das 5 séries

SEQUÊNCIA DIDÁTICA – O CONTO MARAVILHOSO
PERSONAGEM PROTAGONISTA – O ANTI-HERÓI


PROBLEMATIZAÇÃO
Contradição - como os alunos concebem um herói X O protagonista anti-herói.
(João Bocó de O ganso de ouro e Shrek)
Situação - problema

SISTEMATIZAÇÃO
Diálogo – da situação- problema – o modelo consagrado de herói.
Discussão a partir do saber imediato do aluno- chegar a um conceito de personagem anti-herói – saber cientifico.

PRODUÇÃO DE TEXTO
– Expressão do aluno do saber aprendido.


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Produções de texto - (transcrições)

O HERÓI SHREK - por Jaqueline Camargo Moreira



















Era um lindo dia ensolarado, Shrek saiu em busca de aventuras. Logo a sua frente apareceu um gato usando bota e pediu para que Shrek o adotasse:
- Por favor, fique comigo. Estou sozinho nesse mundo.
Shrek ficou com tanto dó que o adotou:
- Tá bom, vamos!
Andaram tanto, até que no caminho acharam um burro que também quis os acompanhar. De tanto insistir acabaram deixando.
Tornaram-se muito amigos e foram morar juntos num pântano.
Um dia, o burro saiu para andar pelo pântano. Muito distraído, caiu em um lago que se chamava: “O lago fedido do pântano”.
Desesperado, ele agarrou um pedaço de madeira que boiava no rio e começou a grita:
- Socorro! Alguém me ajude!
Então Shrek captou os seus gritos de longe e seguiu sua voz. Enfim, encontrou o burro. Pegou uma corda com um gancho e amarrou bem firme na beira do lago, então puxou o burro.
Voltaram para o pântano onde encontraram o gato engasgado com uma bola de pelos, a ponto de morrer, e mais uma vez Shrek teve que salvar seu outro amigo dando-lhe uma pancada nas costas fazendo – o por para fora a bola de pelos que tanto o incomodava.
Assim, Shrek se tornou um grande herói salvando a vida de seus amigos, sem precisar de voar e de super poderes como costumam ser os super-heróis.
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A MISSÃO DE SHREK- por Matteus Luiz A. Silva

Era uma vez, no pântano, o CMUSSS (Comitê de Missões Ultra Secreta Secretamente Secretas), bateram na porta da casa de Shrek:
- Sr. Shrek, temos uma missão para o Sr.!
- Para mim? Vocês devem estar confundindo o pântano!
- Qual o seu nome?
- Shrek!
- Existe outro Shrek que mora em um pântano?
- Não.
- Então estamos no lugar certo.
- Uma missão? Vamos nessa! Disse o burro.
- Uma mission? Vamos niessa! Disse o ato ao mesmo tempo que o burro.
- Vai lá querido. Disse Fiona.
- Mas e as crianças?
- Eu cuido das crianças, elas vão ficar bem!
- Ta, eu vou.
- Nós também.
- É isso ai! O que é uma grande missão sem o burro e o gato?
- A sua missão é a seguinte: ...
Então o homem abriu o pergaminho e começou a falar:
- Você terá que resgatar o Rei Arthur dentro do castelo da Transilvânia, que está cercado pelos dez maiores e perigosos dragões que já existiu, e dentro do castelo há o mais perigoso deles, o Dragão Negro, que está guardando o rei, de restam 32 horas para o dragão comer o rei Arthur.
(dez segundos de silêncio)
- Então vamos embora. Disse Shrek.
- É isso ai, Shrek, Burro e Gato de volta à ação. Disse Burro.
Todos sentiram um grande vento, era o dragão vermelho chegando.
- Fiona, não me espere para o jantar.
- pode deixar querido.
- Espere Shrek, tome, pegue esse relógio.
- Pra que?
- Esse relógio marca quanto tempo falta para o dragão comer o rei.
- Hum, valeu.
Eles levantaram vôo e ficaram 5 horas voando até o castelo (27h – resto do tempo).
Eles voavam sobre as nuvens e, por sorte, não foram acertados por uma enorme bola de fogo, eles deram um mergulho enfrentando os cinco piores dragões.
(15h) Shrek entrou no castelo, deixando Burro e o Dragão vermelho na batalha fora do castelo, ele e o gato seguiram em frente (13h) e deram de cara com os quatro dragões, e começaram mais uma batalha, (5h) Shrek seguiu em frente deixando Gato com os dragões. (4h)
Shrek entrou em uma sala e encontrou o Dragão Negro dormindo, na parede estava preso o Rei Arthur.
- Shrek!!!!!!!
Mas o berro acordou o dragão. Shrek pegou uma espada, mas o relógio apitou. Quando Shrek olhou, soube que era tarde demais. (00h)
Shrek sabia que não havia que não havia nada a fazer, pois o Dragão Negro tinha a fama de quando estava com fome, ninguém conseguia pará-lo. Mas Shrek pensou rápido, viu o lustre de ferro no teto, cortou a corrente e o lustre caiu na cabeça do dragão, parecia uma coleira. Shrek soltou Arthur, subiu em cima do dragão e foi atrás de Gato e Burro.
Depois fugiram, Shrek e Gato em cima do Dragão Negro, Burro e Arthur em cima do Dragão Vermelho, entregaram o rei, voltaram para o pântano e foram felizes para...

Obs. Shrek treinou e ficou com o Dragão Negro (e o transformou em vegetariano) e pediu para o CMUSSS para nunca mais entregarem missões a eles (tirando Burro, Gato e o Dragão Vermelho).

Prof. Ana Maria

terça-feira, 2 de março de 2010

Sugestões para produção de textos e teatro

Fonte: Jornal Estado de São Paulo, 17 de julho de 2002

Teatro ou literatura para criança não precisa ser boba, simples, ridícula. É essencial parar de tratar as crianças como seres inferiores e oferecer a elas textos adequados:
Não é preciso explicar tudinho ao pé da letra. As crianças são capazes de entender metáforas, sugestões, símbolos - e é disso que é feita a arte. Histórias com algumas sutilezas ajudam a criança a se identificar com o que está vendo à sua própria maneira, e permitem que ela elabore seu próprio mundo e seus problemas.
A linguagem deve ser fácil, acessível, compreensível, mas isso não quer dizer que se deva simplesmente encher a peça de bordões, gírias e piadas conhecidas. Pode-se usar algumas palavras diferentes, novas (seguidas de explicação no próprio desenrolar do texto), enriquecendo a narrativa.Também não é necessário fazer teatro na velocidade de videogames e com todos os recursos tecnológicos da TV - "porque é com isso que as crianças estão acostumadas; esta é a linguagem do mundo de hoje". A linguagem rápida e tecnológica, é sim um recurso interessante, mas se usada com coerência e comedimento. Não é necessário atropelar a fantasia infantil, nem a magia, que um conto leve, poético, é capaz de oferecer.
Teatro infantil sempre acaba com uma lição de moral, certo? Errado! Texto infantil precisa ter um teor didático, explicativo, correto? nem tanto!Textos, fábulas, lendas, contos de fadas, retratam situações com as quais a criança deve se identificar livremente. Ao encerrar uma peça com uma moral explícita, você pode estar impedindo o público de retirar outras lições, outras soluções - "cada caso é um caso" - "cada cabeça uma sentença". Para cada momento da vida de uma criança, ela pode vivenciar na mesma história situações diferentes e essa possibilidade é que torna uma história atraente, e que faz com que a criança queira ouvir várias vezes o mesmo conto.Também não é necessário "dourar a pílula". Os contos de fadas originalmente eram muito mais cruéis que hoje. Com todos os finais felizes e açúcar adicionados a eles, perderam um pouco da capacidade de fazer as crianças amadurecerem. Texto para crianças precisa fazê-las pensar, e não ser um passo atrás.
A questão da faixa etária alvo também não deve ser tão limitadora e rotulante. Um bom texto infantil, com qualidade literária, bem escrito, com diálogos inteligentes será agradável e interessante também para os adultos e acompanhantes; mesmo que o tema seja infantil.
Enfim, como em qualquer produção para criança, é preciso respeitar a inteligência delas, ser amigável, natural e verdadeiro.

Professora feliz!



Querida professora Soninha.


No ano passado trabalhei um semestre com você na sala de informática e sou testemunha de sua alegria. Dá pra perceber que você sente muito prazer no que faz; o carinho de seus alunos diz tudo.


Este ano, voltei a dar aulas de Português e estou com seus, agora, ex-alunos.
Todo dia algum deles me pede pra te mandar um beijo, então resolvi colocar o seu sorrisão aqui para os seus queridos pupilos comentarem e te mandarem os tão desejados beijos.

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Olha só, colocamos no plural que sentiríamos saudades, mas estou com quase todos eles este ano.
Obrigada pelo presentão!!!!
Prof. Ana Maria